quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Não te vais.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
So, this is it.
domingo, 19 de setembro de 2010
Confess Myself #7
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Sensações Intermitentes
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
unreadable
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Hoje

segunda-feira, 12 de julho de 2010
Confess Myself #3

Se calhar foi isto que me faltou fazer. Se calhar é por isso que ainda me fazes falta; é por isso que ainda não me esqueci do teu rosto. Ou se calhar são apenas tudo especulações, como poderei saber? Não interessa, já há pouco que ainda interesse, de qualquer das formas. Mas às vezes sinto que nunca to disse realmente, às vezes penso que ainda acreditas que se voltares eu estarei aqui. E estou, e acho que não vou nunca deixar de gostar de ti. Não te amo mais, nunca mais te amarei, mas ainda gosto tanto de ti. Mas se calhar deverias tê-lo ouvido. Deveria ter-te enfrentado, havia tanta coisa que te queria dizer. Acabou por ficar tudo aqui guardado, e isso não é bom, sabes? Parece que aos pouquinhos as palavras que te deveria ter gritado vão manchando as boas memórias que ainda me ficaram de ti... e eu não quero isso. Foste o meu primeiro verdadeiro amor e foste também o primeiro a partir-me o coração. Eu sei que aos quinze anos nada é para sempre, mas ainda era tão ingénua, ainda era tão fraca. Pedi-te que me ensinasses, recordas-te? Precisava que tivesses paciência comigo porque tudo era novo para mim... e acabei a repetir-te tudo, a dizer-te para teres paciência com ela. Que estupidez a minha, que estava eu a fazer?! Se há coisa de que não me podes acusar, é de não te ter amado o suficiente. Amei-te demais; chorei-te demais. E mesmo depois de tudo o que fizeste - e olha que foi tudo tão feio, foi tão feia a forma como tudo terminou entre nós -, não consegui deixar de estar disponível para ti. Custava-me tanto ver-te em baixo que abdiquei da minha própria felicidade só para te dar um pouco de reconforto. E agora continuo a perguntar-me, em que raio estava eu a pensar? Sabes, não o devia ter feito; não devia ter-te apoiado depois de me teres abandonado pela minha melhor amiga. Acho que os românticos lhe chamariam de verdadeiro amor, mas não consigo pensar em mais nada a não ser na palavra tragédia, já assim retratou Nicholas Sparks uma história parecida, menos trágica ainda talvez. Ainda te aconselhei. Às vezes fico a pensar se vocês ainda estariam juntos se te deixasse sozinho a chorar num dos dias em que te apertei a mão e te prometi que tudo iria resolver-se. Não o merecias. Nunca o mereceste e continuas a não merecê-lo. Sabes, não dás o devido valor às pessoas que te rodeiam, menosprezas as pessoas depois de a mão já não ser precisa. E no entanto, há dias em que ainda me sinto apaixonada por ti... talvez chegues a ler isto e a pensar "ainda dizes que não voltarias para mim de novo", e tens realmente motivos para o pensar. Mas não... Juro que não cairia pela milésima vez no mesmo erro. Compreendes? Não seria capaz de voltar a passar pelo mesmo. Tinha de ser assim? Ainda me custa tanto. Às vezes ainda me sento sozinha no sofá, de luzes apagadas e com silêncio total, a pensar em ti. Ainda te escrevo. Porque estragaste tudo? As nossas memórias são agora dolorosas, e podia no entanto recordá-las com carinho. Dificultaste tudo... E apesar disso, sinto que em parte ainda me culpas, não é assim?
Se calhar vou arrepender-me de publicar este post, mas não sinto que seja capaz de voltar a escrever tudo de novo. Ainda te escrevo, é verdade, mas é apenas para te recordar o lado bom, para não te deixar desvanecer o afecto. Porque eu não quero isso, não quero odiar-te por teres feito as coisas assim. Acho que ainda não tinha tido a coragem de me sentar para te falar sobre isto. Aqui está, ainda que muito resumidamente... acredita que continuo a sentir um aperto no peito, e sabes o que isto significa? Que ainda não disse tudo.
I'm a fool
Stay with me
You're all I see...
Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me
Pearl Jam - Just Breathe
sábado, 10 de julho de 2010
Confess Myself #2
First time I saw you I got punched right through my chest
I will forever 'cause you'll forever be
My one true broken heart
Pieces inside of me and you forever
My baby
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Perfume
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Ou
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Juro
domingo, 30 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
why?
domingo, 18 de abril de 2010
Putting my heart back together
Escrevo-te agora que encontrei finalmente forças para o proferir em voz alta, mas sabes, sinto que não tenho muito a dizer-te. Talvez até em tempos anteriores tivesse palavras suficientes para encher páginas de recordações e emoções, mas não agora. Acho que eliminei uma boa parte do que a tua imagem significava para mim do meu coração, e para dizer a verdade, não posso dizer que me sinto eufórica e aos pulos: porque não sinto. Sinto antes uma paz interior como não me sentia capaz de sentir, uma leveza nos ombros agora, somado a um sorriso fácil e, digamos, agradável.
Agora sim, sei que de facto sou uma pessoa melhor e mais feliz separada, de todas as formas, de ti. E não tenho muito mais a dizer, a não ser que estou finalmente a libertar-me de todos os fantasmas de um passado que me consumia a alma; a juntar todos os pedacinhos do meu coração que deixaste um dia despedaçado e destruído; a esquecer a pior parte de nós.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
lack of... something
Soa tudo um bocado a falta de juízo, não é? Tanto venho cá escrever-te a dizer que te esqueci, como venho cá para te dizer o quanto me fazes falta. Mas é tudo verdade: há dias em que te aprisiono, não intencionalmente, no pensamento, tanto que chegas a pesar-me e cansas-me; magoas-me. No entanto, às vezes acordo e dou por mim a perceber que não tenho porque estar assim: vivemos a nossa história, as coisas não correram como eu queria, mas deveria estar feliz porque te amei e porque me fizeste crescer e ver as coisas como não achava possível. Sim sim sim, sofri imenso por tua causa, cheguei ao ponto de achar que nunca recuperaria de um "desastre desolador" como foi o terminar da nossa relação; mas se não tivesses preenchido a minha vida durante o início do meu despertar para a adolescência, talvez continuasse a fazer os mesmos disparates. Apesar de todas as lágrimas que derramei por nós, juntos e separados, foste tu quem me ensinou a perder o medo de desiludir alguém, de evitar certos comentários ou atitudes só porque "ele pode não gostar, ou até perder o interesse"; não vale a pena e agora sei que a única coisa que posso e devo realmente oferecer numa relação é honestidade e o meu verdadeiro eu. Foi contigo que provei o meu primeiro swirl, e desde aí fiquei obcecada e, admito, não consigo ir até ao bragaparque e não parar para comer um. Foi contigo que aprendi a amar e a aceitar os defeitos do outro como parte dele. No entanto, foi contigo também que aprendi a ter limites; mas isto só no fim, só depois de ter batido vezes e vezes sem conta, só depois de estar já a parede desmoronada e não haver onde bater com a cabeça: descobri que, por muito que se ame alguém, o eu deve sempre vir em primeiro lugar, não posso obrigar-me a desistir dos meus ideais e princípios, não posso ir contra a minha personalidade, não posso aceitar que me roubem a integridade e o orgulho; sim, porque contigo deixei-me humilhar durante muito tempo, enquanto calcavas o meu orgulho e me fazias esperar, sofrer e esperar que te decidisses a amar-me com tudo aquilo que isso implica.
Por isso tenho de aceitar que a nossa relação terminou, ainda a tempo de me permitir tirar algo positivo, apesar de tudo. Ainda a tempo de me deixar sentir livre em determinados dias, que vão sendo cada vez mais frequentes; porque apesar de um dia ter escrito "é mentira, o tempo não cura nada e eu ainda te amo da mesma forma ou ainda mais", o tempo cura sim, e agora dou por mim a ansiar que o tempo passe depressa, só para chegar ao ponto em que já não ocupas a minha mente, mas apenas uma parte do meu coração onde guardo as memórias e as pessoas que um dia fizeram parte de mim.
Posto isto, devo avisar que os meus lame and sad posts vão voltar; afinal de contas, se eu os deixasse de escrever, algo de muito grave se passaria.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
let the end begin
A verdade é que ainda sinto tantas saudades tuas...! Acho que já não posso dizer que te amo, porque ao contrário do que costumava acontecer, já não ocupas a minha mente durante todos os segundos do meu dia, já não dou por mim a adormecer contigo no pensamento, e já nem acordo com a impressão da tua amarga ausência. Não te amo, sinto sim a tua falta às vezes: quando certas músicas tocam; quando fico a olhar para o armário e me deparo, ainda, com o teu casaco pendurado entre os meus vestidos e camisas; quando a minha mãe, sem querer, aborda o teu nome; quando me falam em determinados sítios onde já estivemos e passámos bons momentos; ou quando abro a segunda gaveta da secretário e vejo a nossa caixinha.
A única coisa que posso continuar a fazer é fingir. Fingir que já não te desejo, que não sinto a tua falta. Talvez não seja o melhor caminho, mas é a única forma de não me sentir débil ou insegura perante a tua memória; só assim me permito acreditar que algum dia deixarás de exercer este poder sobre mim. Não vejo a hora de te deixar partir, de consentir com o nosso fim.


