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domingo, 1 de maio de 2011

Terrível.

É terrível sair de uma livraria com cinco livros na mão e só chegar a casa com um. Terrível.

Sam #4

Quando quero ler um livro, gosto de o comprar. Gosto de vê-lo entre todos os outros livros na estante; ainda que não seja um grande livro. Já disse que adoro muitos livros e estantes recheadas? Quando for grande (não que passe dos meus 160, 162cm) quero muito ter um escritório cheiinho de livros em todos os cantos.

Eu e os Livros #2

Amanhã lá vou eu comprar o Memorial do Convento. Já ouvi tantas críticas, boas e más! Mas pronto, Saramago é Saramago e para ser considerado um dos seus melhores livros tem de ser bom. Até estou com boas expectativas.
Em relação ao Anjo Branco, da maneira que isto vai nunca mais o acabo de ler, e eu odeio prolongar assim as leituras, mas está sempre tudo a meter-se entre nós(!). Parece que vou ter de fazer uma pausa para ingressar no grande Saramago - tem de ser, até porque para a semana vamos ver o teatro da obra e eu não queria ir para lá sem ter começado sequer a ler, nem o meu querido stor de Português ia achar muita piada.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sabe a noite de Verão.

E pronto, acho que hoje vou ali para a varanda com o meu livrinho.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Eu e os Livros #1

Começa aqui uma nova rubrica, ou lá como lhe queiram chamar. Sempre que acabar um livro, prometo vir cá fazer um balanço. E o meu último livro, acabadinho ainda hoje, foi "As Luzes Brancas de Paris" de Theresa Révay. Não conhecia a autora mas arrisquei, e confesso que fiquei muito bem impressionada. A leitura em nada me custou, prendeu-me em todos os bocadinhos. Aborda, essencialmente, o amor entre dois jovens durante o tempo em que Hitler ascendia ao poder, enquanto nos descreve o ambiente em que as populações de Berlim, Paris e Rússia se viam inseridos. É muito detalhadamente que nos faz chegar ao coração a dor de todos os Judeus, a impotência dos heróis perante tal personagem, os sentimentos de injustiça e satisfação em contraste. A verdade é que não resisto a livros que me viabilizam conhecimentos de outros tempos, principalmente de tempos tão marcados como a ascensão nazista e o extermínio da população judia, e este é daqueles que desejamos voltar a ler e reler, para que cada detalhe nos fique na memória, como se quisesse abarcar todas as páginas, todos os bocadinhos daquele amor tão massacrado e, ainda assim, grandioso. Tenho de recomendar, e permito-me utilizar a palavra 'vivamente', de leitura obrigatória.
Gostava de acrescentar uma espécie de classificação, mas tenho de confessar que não tenho jeitinho nenhum, para além de que me custa muito fazê-lo. Portanto, assim fica.