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domingo, 26 de dezembro de 2010

Natal é


ver as primas mais pequenas a chorar e a esconderem-se atrás das pernas da mãe quando um tio se veste de pai natal. Prontooooo, às vezes ainda se consegue escapar com uma ida ao bowling ou cinema tardios e a coisa até corre muito bem. Mas isto quando o filme não envolve pinheiros e luzinhas e outros artefactos que tais.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Johnny, meu Johnny


Acho que preciso de uma desculpa só para pôr esta foto aqui. Já vos contei que tenho uma paixão loca loca pelo Johnny Depp, certo?

domingo, 8 de agosto de 2010

Confess Myself #5


I love my girls :-)
(isto não é normal, por isso fiquem felizes hum?)

sábado, 31 de julho de 2010

Paper


Vamos todos fazer figas para a Eve amanhã conseguir dar um passo em direcção ao seu sonho. Já sabes que estarei lá contigo, a rezar para que saias daquela porta com o raio do papel na mão :-)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

7-0

É obra.
(E eu confesso que já sentia falta do redemoinho de alegria na barriga da pós vitória portuguesa e, em especial, do "golo" em coro, dos "ai's" que chegam a parecer encenados que os adeptos cá na esplanada gritam a plenos pulmões)

sábado, 19 de junho de 2010

Saramago


Grandes escritores fazem sempre falta, principalmente portugueses. E Saramago fará com certeza.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

I miss that natural joy


A minha irmã acabou de chegar a casa aos saltos, eufórica, a gritar que passou. Esta alegria ingénua de criança; sinto-lhe a falta às vezes. Lembro-me de ser assim, de ficar petrificada, horrorizada apenas com a perspectiva de poder reprovar até ao último dia de aulas; mesmo tendo notas excelentes. Tenho saudades de sentir tudo tão profundamente: o medo, a alegria, a admiração, a inocência (...). Agora que cresci e as responsabilidades aumentaram, muitos destes sentimentos acabaram por desvanecer-se um pouco; não todos, é claro. Mas a verdade é que vivo constantemente em extremos, perdi o jeito para balancear o coração, para aproveitar melhor os momentos; por isso sinto tantas vezes a necessidade de bater com a porta e sentir a chuva sobre os ombros, erguer a cabeça só para sentir melhor o pulso, para respirar.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

funny


"És mesmo natural!"

Melanie

terça-feira, 27 de abril de 2010

mirror

Estávamos a meio da aula de Biologia, altura em que a voz do professor soa como uma música de embalar nos meus ouvidos, quando me chegou isto às mãos, em forma de bilhete:

"Aprendi a sobreviver na tua ausência... A ânsia que tomava conta de mim quando desaparecias, também ela desapareceu contigo, e o medo de te perder, evaporou assim como qualquer sentimento do amor que por ti sentia... Não, já não te amo, já deixei de te amar e deixei de ver a pessoa que queria que tu fosses. Deixei de me agarrar tão fortemente à ideia que tinha de ti e que derreteu tão facilmente nos meus braços depois do que proferiste!
Aprendi a sobreviver na tua ausência... Porque eram tantas as vezes em que estavas ausente, aliás, acho que nunca chegaste a estar presente, mesmo de todas as vezes que estavas perante mim eu sabia que não estavas comigo, estavas com ela, com a outra...
Aprendi a sobreviver na tua ausência.... E não só sobreviver, aprendi finalmente a viver! Já não estou na tua sombra nem sou o teu reflexo, se alguma vez o fui...
A verdade é que deixei de estar apaixonada por ti há muito tempo, mas só agora é que deixei de te amar, porque nunca vou amar alguém que me diga tudo o que me dizias, que me tratava da maneira que tu me tratavas.
Acabou! Acabou finalmente e não quero ser tua amiga, aliás, ficaria perfeitamente e completamente satisfeita se nunca mais te visse, porque para mim tu desapareceste.Toda a pessoa que eras desapareceu e não podendo ver alguém que se pareça contigo e que não és tu, ainda sonho com o outro "tu" e ainda amo o outro "tu", e saber que ele desapareceu é o que dói mais..."
Eve

Senti-me estranha quando acabei de ler e percebi que ela se tinha inspirado na minha própria história para escrever aquele pedaço de papel, que o tinha feito como se estivesse na minha pele. É uma coisa difícil de explicar esta, lermos algo que não nos pertence e sabermos de imediato que somos as personagens principais da carta que outro alguém compôs, ainda que não outro alguém qualquer. Senti uma espécie de picada no peito, dolorosa e ao mesmo tempo, de alívio, talvez - ultrapassa-me e não sou capaz de o transpor para palavras, de qualquer das formas, este sempre foi um assunto delicado e ainda hoje me custa fazê-lo.
Acima de tudo, é uma sensação incomum. Para além de ver os meus próprios sentimentos e a experiência que vivi numa outra caligrafia que não a minha, vejo agora como sou transparente - pelo menos com os meus melhores amigos. É bom, sentir o quão bem me conheces, ao ponto de transmitires o que me vai no coração tão bem. Dá até a sensação de que eu própria o poderia ter escrito há algum tempo atrás.
Tenho de repetir e acrescentar: gosto que me conheças tão bem; afinal, vocês são a minha casa, o meu espelho. Obrigada Eve, pelo texto que, by the way, está lindo.

terça-feira, 20 de abril de 2010

storms

Odeio quando as pessoas não me compreendem. Odeio que me façam sentir mal com coisas desnecessárias; com "tempestades em copos de água". E odeio ainda mais quando a seguir se fazem de desentendidos: façam-se homens por favor.
Não dar toda a minha atenção a uma só coisa (ou pessoa) não é um sinal de que deixei de gostar ou de me preocupar. Não gosto que se vinguem com silêncio, falem-me, bem ou mal.


Posso voltar a ter oito anos, por favor? Para zangar-me e "fazer as pazes" em cinco minutos?