domingo, 15 de agosto de 2010

Há alguma coisa melhor...


Do que boa música ao vivo? Do que uns passinhos de dança a seguir? Do que encontrar pessoas que já não víamos há imensoooo tempo? Do que ir a pé até à praia e já não sentir mais as pernas de tanto ter saltado? Do que adormecer a meio da tarde com a companhia do sol e dos amigos só porque não se aguenta mais?
Não há nada melhor do que uma grande noite.

sábado, 14 de agosto de 2010

aaai

Porquê que ainda não posso conduzir? Que nervos.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Desculpa

Desculpa se às vezes te deixo com a impressão errada daquilo que sinto por ti, daquilo que me és. Não é por mal, se soubesses compreenderias. Só não faças isto comigo, não te afastes (ainda que eu o faça contigo). Odeio tanto não saber lidar comigo própria... odeio tanto ser cobarde.

Johnny, meu Johnny


Acho que preciso de uma desculpa só para pôr esta foto aqui. Já vos contei que tenho uma paixão loca loca pelo Johnny Depp, certo?

More and Less


Acho que estou a precisar de cor na minha vida. De mais festas; de mais loucura; de mais pessoas; de mais concertos; de mais livros; de mais praia; mais bronze; mais alegria; mais música; mais rapazes; mais novo. Menos cinzento; menos igual; menos monotonia. Menos isto que sinto agora.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Butterfly


Hoje salvei uma borboleta do aspirador da minha mãe. Aquilo é um perigo.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

New Heart


- Conta-me. O que te vai no coração para te ver no olhar tamanho desespero?
- Sinto que acabou de fugir-me.
- Quem?
- O coração. Não o sinto mais no peito, como se de repente deixasse de existir espaço para ele.
- Disparates. O que te mantém viva então?
- Olha. Sente aqui, está vazio mas continuo a sentir latejos, e repara como são cada vez mais velozes. Acho que enlouqueceram, agora que não pertencem mais a sítio algum. E sabes? Magoam-me, parece que me dão pontapés no peito, talvez também eles queiram fugir-me, talvez pensem que não os mereço. Ganharam vida subitamente, consideram-se independentes. E sinto na garganta um nó... achas que o meu coração não me fugiu, mas apenas se desfez? Se calhar o nó na garganta são pedaços dele, sentimentos que deixou perdidos ao acaso. Que faço com eles? Não creio que a solução seja deitá-los fora, parece-me cruel e além disso acho que não serei capaz. Espalharam-se-me pelo corpo, como doenças que se multiplicam e me consomem a energia. Terei de arranjar um coração novo que possa suportá-los, e mais, que consiga também criar emoções novas e sensações novas. Acho que a culpa é minha, habituei-me a lidar apenas com coisas velhas e experiências cansadas. Não me olhes assim, a culpa também é tua, já que não me largas o pensamento durante dia algum desde que decidiste contrariar-me a razão.

I don't care

Repito isto tantas vezes para comigo mesma, passo o tempo todo a fingir que não me interessa, que não quero saber do que fazes. Tenho esperança que tanta representação me ajude a acreditar realmente nisto, como se tal se entranhasse na minha pele e me transformasse os sentimentos.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

gatinhagatinha

Estou a dar em maluca. O meu vizinho do lado decidiu sair de casa às 20h e deixar a cadela fechada no mini jardim que tem atrás. Estaria tudo muito bem, mas a cadela está a desesperar e ainda não parou um único segundo de bater na porta, de ganir e ladrar. Até eu. Como é que se consegue fazer uma coisa destas? Daqui a pouco vêm-me as lágrimas aos olhos, juro, parece mesmo que está ali a chorar e a gritar por misericórdia. E a acrescentar ao facto, e considerando as horas, não devem vir dormir a casa (ainda por cima andam na má vida), e eu parece-me que também não vou ter descanso e vai ser mais uma das noites em que só adormeço a partir das 5h. Que cruz a minha (e a da cadela).

(juro que era incapaz de te fazer tal coisa; e sim, esta é a minha gatinhagatinha)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Palavras em Demasia


Às vezes sinto que me foges por entre os dedos. E sabes o que mais me foge? As palavras, o tempo. E tudo o resto se esgota. Às vezes sinto que te escrevo demais - defeito meu, problema meu.