Farias-me bem agora. Tu comigo. Agora que me sinto sem forças para te pegar na mão - serias tu com essa delicadeza que me empurrarias para os teus braços. E olha que era capaz até de gargalhar enquanto ainda me sorrires desse jeito entre beijos e abraços, coladinho a mim.
domingo, 23 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Feel the Silence
"And if we feel the silence
Holding this all inside
Everything means more now than
Words could explain
(...)
And I wanted to reach you but I don't know where to begin"
Holding this all inside
Everything means more now than
Words could explain
(...)
And I wanted to reach you but I don't know where to begin"
Goo Goo Dolls - Feel the silence
Rock in Rio
Não tenho palavras para descrever a sensação. Ouvir e ver John Mayer ao vivo é totalmente diferente. Apesar de as minhas expectativas estarem muito altas, foram com certeza ultrapassadas. É fantástico. F-a-n-t-á-s-t-i-c-o. Só espero poder repetir, aguardo que cá voltes para nos dar mais uma destas indescritíveis alegrias.
Quanto aos restantes, tenho a dizer que a Shakira, das quais já não esperava grande coisa, foi uma desilusão. A Ivete já se sabe, com aquela energia toda em palco é impossível não gostar. A Mariza sim, foi uma grande surpresa. Adorei! E então quando cantou Nirvana, "Come as you are", delirei.
Ainda para mais vi o Diogo Valsassina. Podem imaginar a felicidade em que estou.
Venha outro!
Quanto aos restantes, tenho a dizer que a Shakira, das quais já não esperava grande coisa, foi uma desilusão. A Ivete já se sabe, com aquela energia toda em palco é impossível não gostar. A Mariza sim, foi uma grande surpresa. Adorei! E então quando cantou Nirvana, "Come as you are", delirei.
Ainda para mais vi o Diogo Valsassina. Podem imaginar a felicidade em que estou.
Venha outro!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
John, meu John
quarta-feira, 19 de maio de 2010
maybe we could (...)

Dou por mim, de vez em quando, a desejar mudar-te. A pegar em cada bocadinho de ti e moldar-te à minha feição - encaixar-te em mim na perfeição. Depois talvez pudesses apaixonar-te por mim; e eu por ti. Depois de te encaixares em mim, de compreenderes e preencheres as imensas lacunas que em mim se foram criando. Talvez pudéssemos então, de certa forma, estabelecer as tais relações de simbiose: tu em mim, ocupando cada um dos espacinhos vazios que me atormentam a alma e me danificam a personalidade; e eu em ti, abrindo o teu coração ao mundo e dando-te a conhecer, possivelmente, o meu amor. Só aí adormeceria nos teus braços e, disto tenho a certeza, ficaria tudo bem.
Parece fácil. Mas não é - não sou, não somos; ainda que às vezes o deseje.
Parece fácil. Mas não é - não sou, não somos; ainda que às vezes o deseje.
(...) não podemos.
domingo, 16 de maio de 2010
"I'm not a grain of sand"

"My will, my mind
My lips, my lines
I've got them all over you
Your taste combined
With all the years of wasting time
I've got a hold on something new
I'm not a grain of sand
I don't care what's written in your hand
Cause it's bound to change
So I'm bored, and I'm lost, cost, cold
(...)
I don't wanna pray for what is not right
And I don't wanna beg for what is not mine
I don't wanna rock the road between dreams and worldly things
I could charge, and I could really try
But I don't wanna be the brave one
In a senseless fight
I, I, I just wanna be here tonight"
I don't wanna pray for what is not right
And I don't wanna beg for what is not mine
I don't wanna rock the road between dreams and worldly things
I could charge, and I could really try
But I don't wanna be the brave one
In a senseless fight
I, I, I just wanna be here tonight"
Damien Rice - Sand
sábado, 15 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
why?
Não sei se ainda te espero. Não sei se já te virei as costas; a ti e a nós. Não sei nada. Tenho tantas certezas às vezes, mas passa tudo tão rápido - voltas tão rápido. Porque voltas se apenas desejo que partas? Porque continuam as tuas palavras, as nossas discussões, a ressoar na minha cabeça? Porque não me deixas seguir em frente? Sai da minha vida, de vez. As nossas memórias são, por si só, dolorosas e fartas; porque razão tem então a tua imagem e a nossa imagem de se lhes juntar? Acaba com os nossos sítios. Deixa-me voar para qualquer lado sem ter de me recordar obrigatoriamente de ti. Acaba com as hesitações que me impuseste com todos os teus olhares zangados. Deixa-me seguir em frente e experimentar outras sensações. Magoaste-me tanto que não sei mais se existe espaço para que um outro alguém me magoe. E sabes uma coisa? Às vezes, no meu íntimo, desejo que um outro alguém me magoe - talvez assim deixe de lembrar-me que tu o fizeste para me lembrar que outro ele o fez. Talvez assim perceba que podem vir a existir outras pessoas para além de ti. Acaba só com a recordação de que um dia existimos. Acaba, porque me dificultas tanto, ainda, a vida. Deixa-me desistir do nosso passado. A parte do futuro ultrapassei já há muito tempo.
terça-feira, 4 de maio de 2010
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