quarta-feira, 27 de outubro de 2010

(sou uma vira casacas)

Secret Thoughts


E se o meu coração ainda estiver demasiado ocupado e no entanto existires tu na minha cabeça?

domingo, 24 de outubro de 2010

pronto tábem, às vezes encontro coisas giras enquanto estudo

Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco.

Mário Cesariny de Vasconcelos

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Física?

Grande evolução no projecto de AP. Agora sim as coisas estão a compôr-se. E eu, que não sou nada dada a estas coisas da Física (por isso mesmo é que escolhi Biologia este ano), estou muito entusiasmada e prestes a render-me à Robótica.

É, parva.


Odeio as minhas expressões faciais quando sou apanhada de surpresa. E o pior é que passas a vida a apanhar-me de surpresa. Sou mesmo parva. Tenho uma qualquer espécie de paixão platónica por ti e nem sei porquê (tabem, tens uma pele perfeita). E o mais engraçado é que isto já vem de há muito tempo, e agora que dizes tantas vezes o meu nome - adoro -, limito-me a acenar-te com a cabeça ou a responder-te com o mínimo de palavras possível. É, parva.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

So, this is it.

Agora sempre que escrevo para ti acabo por apagar tudo. Não consigo. Não sou mais capaz de te dirigir as palavras de sempre, enviar-te mais uma prova do quanto às vezes ainda sinto a tua falta.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Hands on Earth

Tal como a Eve, também eu tenho um blog com todas as informações acerca do projecto do nosso grupo. Passem por lá, estaremos sempre a actualizá-lo com novos detalhes.

handsonearth-esa.blogspot.com

domingo, 10 de outubro de 2010

For real

I wish there was something I could say.

domingo, 19 de setembro de 2010

Confess Myself #7

Hoje gostaria de dizer que te amo, que ainda te amo, em voz alta e enquanto o pudesses ver reflectido nos meus olhos, delineado nos meus lábios.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Sensações Intermitentes

"(...) Ainda assim me sinto, já sentada na cama com o lençol a cobrir-me as pernas e o calor do computador a envolver-me o corpo. E sinto-me como se fosse realmente pequenina, sem nada que possa fazer a não ser chamá-lo em lugares onde não parece estar, desejando vezes sem conta que volte já, suplicando por ouvir a sua voz à porta que me faça atirar tudo para trás e correr escadas abaixo, tremer enquanto abro a porta desajeitadamente para depois o segurar nos braços como se fosse a única forma de voltar a poder respirar – de deixar de suster a respiração. Só queria que percebesse que desaparecer assim de casa me diminui o coração, me afoga em mágoa e preocupação um bocadinho de cada vez. Como se estivesse prestes a mudar-se, abandonando-me as memórias e a alma, deixando-me o passado inabitado."

07/09/2010